Lendo “A insustentável leveza do ser”, um ponto em especial tem me irritado freqüentemente. Será que Kundera não poderia, por um capítulo sequer, parar de entregar todos os pontos tão facilmente? Seu livro é cheio de profundidade, mas o autor parece insistir em nos explicar detalhadamente todas as metáforas, todos os simbolismos, dissipando o encanto proporcionado pela leitura de uma boa obra. A narrativa parece agora cair no óbvio, e as relações com o passado dos personagens, cada vez mais forçadas. Boa história, boa construção, linguagem competente. Obviedade dispensável, lamentavelmente.
Que isso, Mel! O cara tenta traçar toda uma explicação psicológica para 'explicar' as decisões das peersonagens!
ResponderExcluirÉ como se elas fugissem tanto ao comum hollywoodiano, mesmo querendo o tal 'final feliz', que certas coisas precisam ser explicadas...
(eu tentando justificar o livro que não escrevi hauahuahauah)
Po, ele cria todo um pano de fundo, toda uma justificativa, realmente... Mas vai dizer que você não não se sentiu subestimada lendo?
ResponderExcluirChegou até a tirar o sabor da leitura pra mim em alguns pontos, cara... Ao menos, foi a impressão que tive!
Essas explicações, inclusive... Em grande parte são forçadíssimas também!
ResponderExcluirTadinho, ele só queria atingir um público maior .-.
ResponderExcluircomprometeu o livro :/ bobão
ResponderExcluirhauhauhahaahuah
ResponderExcluirFaz um tempo q li também, mas vou dar uma olhada essas férias de novo... isso pode ser coisa de traduções simplórias também...
Mel, vamos prum fórum! Vamos fazer uma enquete "qq vc achou de A Insustentável?" hauhahua
Um belo exemplar de romance psicológico-didático-pedagógico "per stranieri".
ResponderExcluirahuaha apoiado! a página de comentários virou chat
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